E quando for partir. Esqueça de se despedir.

Como saber se o ponto, é a beira? Se nós procuramos por um ponto e então, sentimos estar perto dele, o suficiente para sentir e saborear, sabor esse que corrói e salga, ácido. Eu simplesmente vou ingerir como um suco, cítrico. Se aproxima, como se você estivesse esperando por qualquer ruído ou movimentação, você estava aguardando. Mas, isso não significa que esperava, tampouco que sabia o objeto em que depositava tanto apreço, de certo modo. Caso nem mesmo seja substancial, de que adiantou?

E agora, o que está por vir? Será que virá? Mas o que é esse, que diz que vem e logo, estás a se despistar. Que nunca chega, mas que se aproxima. Que finge entrar e então, se intimida. Que parece chegar mas não quer visitas, que anuncia uma entrada quando pronuncia uma saída.

Quem é você que esperou e apostou? Que permitiu e confirmou, que  se preparou. Que entrasse, ordenou. E então, foi e por lá ficou. Não voltou, mas sequer avisou. Não sabe de onde venho, ou para onde vai. Não sabe quem é seu pai, não sabe quem é ou por onde andou, você que por cá morou. E agora, será você que abandonou? E do jogo, o que restou?

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