Esperar.

Não é a impaciência, tampouco a ansiedade. É apenas a sanidade, essa que se esguia das fases onde reinar deveria, oscilante de modo que faz da dúvida constante, que promete mas nunca aquece, inalcançável. Sequer aparece, mas se faz presente se trabalha a mente. Essa que agora já está tão vaga e cálida, abandonada. Também, condenada. Não há uma salvação, porém há a espera. Não de uma mudança, apenas do desdobramento, um começo.  Mas, onde a introdução termina? Onde estamos no desenvolvimento, o que faremos? Em que ponto estamos? Quão longe do fim do começo e quão perto chegaremos do começo do fim? Espero que não demoremos.

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