Errante.

Assim que meus ossos sentiram o impacto ao baterem no interior do veículo, eu sabia que não teria mais volta. Por maior que tenha sido a negação, de nada adiantara, eu estava sendo transportada para algum lugar cujo nome me era desconhecido, mas a fama não recebera o mesmo privilégio. Era de conhecimento geral que uma vez dentro, não havia outra volta. Pelo menos, não enquanto lhe restasse vida. Então, era assim que eu me encontrava: sem rumo, sem vida.

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