I’m in somewhere under me.

Provavelmente não está tudo bem, mas isso não abrange os mesmos significados que alguma catástrofe ou real tragédia carregaria em seus dizeres. Significa que as coisas continuam como estão, e elas não vão chegar a um produto diferente enquanto eu não alterar seus fatores. Aparentemente simples, supostamente complexo. Por mais desgastante que seja, é quase excitante.

Eu estou cheia de veias com vida não vivida, mas há vida ali. Posso começar a compreender minhas veias apenas como condutoras de sangue com oxigênio e qualquer outra coisa de meu organismo. Não que eu queira subestimá-lo ou menosprezar algo/alguém, eu posso ser uma máquina de fato e até ser mortífera, em qualquer outra opção eu ainda seria algo. E, até então, eu não tenho passado de um peso morto.

Não que eu sinta a necessidade, a pressão, a motivação com o encanto pela vida. A urgência se cruza com a ansiedade num encontro de desesperança e curiosidade atrevido. É como se o que vi ou deixei de ver, por mais belo ou terrível que tenha sido, tenha importado fundamentalmente para qualquer direção que se manifesta ao meu redor.

Eu não tenho de me debulhar em lágrimas com algum espetáculo forçoso que cheira a drama em cada palavra e sentença que eu ouse formar. Elas vêm naturalmente, eu tenho de estar aberta à elas, sem fechar as comportas por onde fluem em minha circulação, levando resquícios de meu cerne a medida que se despejam no papel ou cobrem a tela.

De mesmo modo que elas suscitam sentimentos e emoções descontrolados, e eu continuo a escrevê-las além de pronunciá-las, eu sei que não devo permanecer enterrada em algum lugar sob minha pele, não deveria ter me desviado e degradado, anulando minha existência com a presença. E não vou.

Eu definitivamente sei que isso sequer deve ser colocado na mesma frase, palavras como viver, facilidade e esperança. Sinceramente? Não as coloco de maneira crível, apenas é possível. E talvez o acúmulo de provações, jornadas compartilhadas, experimentos desmedidos e não-sei-mais-o-quê sejam constituintes daquilo que ainda se encontra vazio.

(A escrita não está clara, a ideia não está formada e o texto se perde. A coerência com a coesão são aniquiladas, assim como a argumentação com a lógica estão numa situação lamentável. Enfim. Facilmente reconhecível como algo meu, com reflexos da porcaria se exteriorizando.)

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