Whatever I Feel Like Writing

Eu sou a padroeira das más decisões. Não sei explicar esse impulso que me domina e me faz sempre optar pela escolha menos sensata, mais dramática, mais complicada, mais errada. Se vejo algo perigoso se aproximando, meus pés automaticamente aceleram os passos e correm, com determinação, ao encontro explosivo.

Não lembro de uma vez sequer ter fugido do desastre iminente. É como se meu corpo inteiro urgisse por esses picos de adrenalina, que, assim que findados, deixam marcas profundas em meu ser. É uma necessidade de sentir à flor da pele, de sentir os ossos se chocarem com os de outro alguém. Corrijo: é uma necessidade de sentir, ponto.

O engraçado é que eu sempre me machuco. Falando figurativamente, é como se eu constantemente me jogasse de arranha céus, sem pensar nas consequências, sem sequer me dar conta de como cheguei lá em cima, apenas para sentir o prazer da queda…

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