A revolta à ignorância do íntimo.

Basta de banalizar o que não é banal.

Whatever I Feel Like Writing

A cada volta e meia escuto alguém falando sobre estupro com desdém, com aquela entonação quase cômica, como se fosse algo normal, irreversível e aceitável. Tratam o assunto como se o estupro fosse algo natural, ao qual se acostuma com, como se não fosse necessário a correção de tal atrocidade. Ou, outras vezes, falam que “tem que matar o neguinho no ato, sem papo!”, como se a realidade da violência fosse tão distante que falar sobre homicídio culposo torna-se uma brincadeira tomada por verdade, por imaginar que nunca algo assim aconteça entre amigos, parentes ou consigo mesmo. Ou, ainda, aquelas pessoas que falam que é exagero. Que “imagina que uma coisa dessas aconteça!”, pior “Isso é frescura! Esquece disso, segue em frente! Fica aí se fazendo de vítima!”. Entre milhares de outros comentários que merecem um bom tapa na cara de quem os profere. 

Sei que parece grosseria, mas, porra…

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