Eu e o nada com nada.

Eu gosto de escrever para me encontrar. Se me vir, vou estar vestindo roupas rasgadas e furadas com alguns cortes também, a maior probabilidade é de ser preto, visto o guarda-roupa da minha avó também, com veludo, tule e rendas. Costumo sair andando quando o discurso já é conhecido. Luto contra eu mesma para não me reprimir. Mas há partes de mim que não me permitem mostrar. Em algumas vezes vou até me chamar de princesa para que eu mantenha a classe, no único sentido de não fazer mal aos outros. Gostaria de ajudar, acolher, auxiliar, e até mesmo arrancar o que houver de ruim naqueles com que eu me importo. Ah, quimera não me importar por demasiado. Mas acontece. A importância que eles têm não é ligada a mim, mas neles como pessoas independentes e desvencilhadas de meus tentáculos, é o bem estar do individuo que vale. Na faculdade já me ensinaram ser o bem comum nosso objeto de busca. Não sei disfarçar praticamente nada. A minha transparência se alterna entre dádiva e praga. Eu gosto de me conhecer e não sei bem o motivo de não gostar de estender o convite aos demais.

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