Nothing kills me more than the pain I have for hurting you

Reconheço que as vezes eu realmente tenho medo do meu altruísmo. Não que eu vá me arrepender ou hesitar frente a uma boa ação, me poupar de fazer algo que, sem dúvida alguma, seria para um bem maior. Sequer é como eu possuísse tal controle.

As vezes você tem de fazer o certo só por ser a coisa certa a se fazer.

Eu não sei, sinceramente, o que se encaixa no correto e no errado, o que seria o mais racional, qual razão que se coloca em emoção? Qual o medidor dessa joça toda? Por que diabos, aliás, há tantas escolhas que se escondem atrás de um véu que nos impossibilita da decisão? Há mais perguntas do que eu posso transcrever mas o que sei sobre elas é que continuo nessa linha que não deixa de se desenrolar, se estender e embolar mas não forma resposta nenhuma.

Eu vou sempre seguir por uma das vias que indique: O seu bem. O que for te fazer feliz. O que te trouxer alguma melhora. O que for te ajudar. O que mais te aprouver. O que decidir.

Eu não ligo pro que vier a me ferir, nada me deixaria mais ferida do que você se ferir.

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