De: eu memo. Para: meu amô, minha santa.

Nuvem cheia da minha chuva.

Tanta coisa pá acontecê, tanto sol pá se pô
e eu aqui deitadin na rede, pensando nesse meu amô
bandido amô, dolorido amô.
Ô muié danada que foge e se esconde dos meus beijin,
facilita muié! E gruda “nimim”.
Me róba sorrisos, dorme comigo e sossega nesse peito
que tanto gosta do seu calô.
Vem minha santinha, somando eu mais ucê, tem só
coisa boa de lembrar e de vivê.
Num deixa o már-me-quér daquela frô atrapaiá os passinho
bunito que nói deu, desenhô e bordô na estrada das histórias de amor bonitas que só.
Ô muié danada, arretada! Num cumprica a vida e vem cá, pá mó de se beijá.
Cadequê é nos seus lábios que encontro abrigo,
que nem os fiote de curió embaixo das asas da mãe.
É no calô do seu corpo que eu me esquento,
não importa os soprar do vento,
ou o destino que…

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