Por que o sol se vai?

Nuvem cheia da minha chuva.

Uma vez me disseram que tudo o que eu escrevia era triste. Que parecia que eu nunca tinha motivos suficientemente bons para ser feliz. Disseram que eu vivia com aparência abatida, com os olhos cansados e a mente congestionada de pensamentos ruins.

Mas nunca me perguntaram o porquê d’eu “só” escrever sobre as coisas ruins que acontecem na minha vida. Ninguém nunca quer saber o que há de tão errado, só querem te apontar o dedo no rosto e te julgar melancólica e dramática. Sem ao menos saberem quais caminhos errados acabei trilhando.

Escrevo sobre o meu cotidiano em tom de desabafo, por me sentir minúscula em relação ao universo, por ainda não conseguir ser quem eu realmente quero ser, por lutar por um amor que minhas mãos não conseguem alcançar. Por ser absurdamente sentimental e pouco compreendida. Pelos raios que insistem em cair sobre a minha cabeça; por eu…

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