Não para por aqui.

Eu me perco. Eu me perco, eu me perco, eu me perco e não me acho. Não sei onde me escondi, quem me perdeu. Não sei quem me viu, quem sorriu. Eu me perco, fico perdida, perdida, perdida. Eu grito, a garganta chega a doer, mas não houve som at all, o nó perdura e as lágrimas acumulam.

Quem eu amo, amo? Sei nem onde estou, quem sou. Mas afirmo amar, e talvez seja isso que me mantenha mesmo que mais para lá do que para cá, quem eu amo não é feliz e tudo o que mais quero é vê-la feliz, eu não posso ser infeliz porque tenho de levar a felicidade até ela, mas eu sou doente, eu fico infeliz sem nem conseguir, quimicamente, evitar. Meu organismo é estragado, eu me perco e me perco da pessoa amada. E não me acho.

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