Sobre amor e pedalinhos.

Nuvem cheia da minha chuva.

Tu descreves o amor como se
tivesse alguma ideia (sequer)
do que seria tal sentimento.

Te emaranhas nessa banho-Maria-sem-açúcar
e me esqueces, como se eu não tivesse sido
nada e acaba sendo o inferno que me persegue
à nado no mar de traços que desenhei para nós.

E nas andanças dessa minha busca eterna de
motivos que te façam ficar grudado-tatuado-costurado
em mim, tropeço
perdida em todas as constelações que imaginei
explorarmos com nossas bocas e corpos entrelaçados.

Laços desfeitos quando te vi naquele pedalinho
que era meu! era tão meu e tão pouco de outra
que me ofendi em vê-la sentada em meu lugar, meu,
tão meu, exclusiva e unicamente meu.

Realmente, o amor é a vontade de entrar no pedalinho
e não deixar com que tu
pedale para longe de mim com
aquela que não sabe nem um pouco o que é ter um
sorriso teu,
de tão…

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