Continua.

Fica nisso de ser tão superficial e passageiro que me quebra não só ao meio. Entram nessa de me dizer onde e com quem ir e eu continuo a sós aqui ou ali.

Pontuo poucas pessoas, as minhas preciosidades, como o meu referencial para continuar e me aprimorar, acontece que eu não sinto firmeza nem para fazer menção a algo, dou meu apoio mas sequer há refúgio. É como estar num mundo, planeta, universo, alheio, é como se nada daqui me convencesse, seus componentes estranhos a mim, não por eu ser superior ou o que quer que seja, simplesmente não há encaixe. Acontece que por mais que me desagrade admitir, eu me incomodo a ponto de não me suportar, procuro sim, de fato, observar os outros, trocar de lugares e pontos de vista, mas o que vejo é um reflexo do que eu jamais seria.

Queria entender a falsidade, mas não consigo me aproximar a nada dela.

É como se não houvesse sentimentos além dos que eu mesma sinto. Como se cada amizade que tenho ou já tive fosse apenas na minha cabeça.

É estar sozinha numa verdade num mundo de mentirinha.

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