Outra manhã.

Eu vou falar que mudou. Mudou o quê? Eu estou perdida. Perdida em quê?

Eu reconheço o não reconhecimento, o conhecer do novo, de novo, sendo novo, me perco, me perco no meu achar em outro.

Eu busco o foco, focar em mim, não conheço o egoísmo, não o meu próprio. Sigo, me individualizo, te liberto, nos solto, me apego, te aperto, Santa Maria, que eu não te sufoco. 

As palavras seguem tão incertas quanto a vida, mais incertas de que vida? Vida, vivida, a minha? Novamente, fuga da mente, vivo em prol dela, construo a gente, me fortaleço, você impaciente.

Não me apreça, não te aquieta. Quero falar de mim, você me atesta, casamento regente.

Deitada, cigarro aceso, me arrepio, teu corpo não está seco, dali te vejo, seu banho, um refresco.

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